Começou à XVIII legislatura portuguesa, começa com um tema muito importante, pelo menos polémico, o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o caso é de facto muito fraturante, uma vez que se por um lado podemos entender que ninguém "manda" nos sentimentos, por outro temos a família tradicionalmente aceite. Mas quem terá razão? Os que lutam para que exista casamento entre pessoas do mesmo sexo ou os que são contra?
Muito bem vejamos o significado da palavra Casamento:
Mas no meio desta discussão o que mais me deixa perplexo é o extremar de posições que se levantam, a falta de bom senso para resolver assuntos polémicos, mas enfim... Ontem teve um debate que pelo pouco que vi(5 minutos) o debate está inflamado.
Os que querem o casamento para pessoas do mesmo sexo extremam posições, pois é uma questão de evolução social e acabar com a descriminarão.
Os que são contra batem-se pelos valores da família tradicional, que é contra natura uma relação entre pessoas do mesmo sexo.
Mas se os casais homossexuais e lésbicos tivessem um regime jurídico adequado ao caso deles, chamar-lhes união de facto, com direito e deveres...
Mas agora pergunto eu, mas isto é mesmo importante ou serve como cortina de fumo; à face oculta, BPN, BPP e outros tantos?
Muito bem vejamos o significado da palavra Casamento:
- Segundo o Dicionário da Língua portuguesa 2009 - Porto Editora:
- Segundo o Dicionário Internacional de Teologia do Novo Testamento - Lothar Coenen Colin Brown:
- Segundo Wikipédia
Mas no meio desta discussão o que mais me deixa perplexo é o extremar de posições que se levantam, a falta de bom senso para resolver assuntos polémicos, mas enfim... Ontem teve um debate que pelo pouco que vi(5 minutos) o debate está inflamado.
Os que querem o casamento para pessoas do mesmo sexo extremam posições, pois é uma questão de evolução social e acabar com a descriminarão.
Os que são contra batem-se pelos valores da família tradicional, que é contra natura uma relação entre pessoas do mesmo sexo.
Mas se os casais homossexuais e lésbicos tivessem um regime jurídico adequado ao caso deles, chamar-lhes união de facto, com direito e deveres...
Mas agora pergunto eu, mas isto é mesmo importante ou serve como cortina de fumo; à face oculta, BPN, BPP e outros tantos?
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