sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Viva o Natal...

Estamos na quadra do ano em que muito se fala de solidariedade, onde são organizadas as mais diversas campanhas, mas o pior é que estas coisas não se realizam durante todo o ano...

Durante meses vive-se a preparação de uma noite mágica, de uma quadra festiva muito bonita, mas afinal o que representa o Natal? Será que é o comércio que se vê? Não! Mil vezes não...

O Natal deveria ser a festa em que se comemora o nascimento de Jesus, O Filho de Deus, mas no entanto se analisarmos a quadra em si ao pormenor nada tem a ver com esse acontecimento: Para começar o Senhor Jesus, sim porque o menino nasceu à mais de 2000 anos, nunca poderia ter nascido no inverno, que em Israel é muito rigoroso, factos históricos os pastorinhos que estavam no monte com os rebanhos quando os Reis Magos chegaram, mas vamos dar de barato que seja essa a data, ou seja, Jesus nasceu neste dia, será que é isso que se comemora?

Lógico que não, o que se comemora é o comercio desenfreado, o pai natal e a árvore de natal, tudo criação do homem, não existe nenhuma referencia Bíblica para esta comemoração...

Se o natal representa o nascimento de Jesus, então esse dia deve ser vivido e comemorado todos os dias e não a 25 de Dezembro de cada ano, porque se Ele nascer nos corações humanos certamente teremos um mundo muito melhor....


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Pressionar ou não pressionar, eis a questão!

O exmo. sr. dr. Procurador adjunto Lopes da Mota, que pertence ao EUROJUST, este organismo tem como finalidade ser a ponte entre os estados pertencentes à União Europeia.

Este senhor em pleno centro da tempestade Freeport foi acusado de ter exercido pressões sobre os magistrados do Ministério Público encarregues pela investigação, mas passou.


O facto de se ter realizado 3 actos eleitorais prejudicou o desenvolvimento das investigações, uma vez que, tudo ficou camuflado, ou seja, em suspenso até ao fim dos referidos actos, com isto ninguém sabe quem são os culpados.


Passados alguns meses o senhor acusado das alegadas pressões, foi suspenso, curioso ou talvez não, suspendeu o mandato, mas não é inocente? Mas não eram calunias? Não um género de perseguição politica?


Cabe aqui dizer que o facto de ser arguido ou suspeito não implica culpa, mas o grande problema no nosso belo país é que nunca ou quase nunca se descobre o verdadeiro culpado, ou melhor, se a pessoa sobre a qual se levanta a dita suspeita realmente é culpada ou não, resumindo e concluindo nem a honra dos acusados é limpa, nem os culpados encontrados e punidos exemplarmente....