quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Pressionar ou não pressionar, eis a questão!

O exmo. sr. dr. Procurador adjunto Lopes da Mota, que pertence ao EUROJUST, este organismo tem como finalidade ser a ponte entre os estados pertencentes à União Europeia.

Este senhor em pleno centro da tempestade Freeport foi acusado de ter exercido pressões sobre os magistrados do Ministério Público encarregues pela investigação, mas passou.


O facto de se ter realizado 3 actos eleitorais prejudicou o desenvolvimento das investigações, uma vez que, tudo ficou camuflado, ou seja, em suspenso até ao fim dos referidos actos, com isto ninguém sabe quem são os culpados.


Passados alguns meses o senhor acusado das alegadas pressões, foi suspenso, curioso ou talvez não, suspendeu o mandato, mas não é inocente? Mas não eram calunias? Não um género de perseguição politica?


Cabe aqui dizer que o facto de ser arguido ou suspeito não implica culpa, mas o grande problema no nosso belo país é que nunca ou quase nunca se descobre o verdadeiro culpado, ou melhor, se a pessoa sobre a qual se levanta a dita suspeita realmente é culpada ou não, resumindo e concluindo nem a honra dos acusados é limpa, nem os culpados encontrados e punidos exemplarmente....



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